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UM GAMBÁ CHEIRA OUTRO

Marcope

Uruaçu 20/02/10

 

         A ambinguidade que se detecta na oração título deste texto é proposital, servindo para esclarecer que os gambás se misturam e não se repudiam em razão do mau odor que exalam.
Em verdade, aquele odor tão desagradável ao olfato humano é para a espécie deles, gambás, igual à mais fina das essências que inundam os salões da alta sociedade, inebriando corações aos sons de celestiais melodias.

         “UM GAMBÁ CHEIRA OUTRO”. Quantas vezes ouvi essa oração da boca de meu pai que, certamente, a ouviu de meu avô que, por sua vez, recebeu tão significativa expressão filosófica de seus antepassados.

         Meu pai, em sua incomparável sabedoria herdada dos mais velhos por força da tradição oral e, ainda, complementada, pelas lições tiradas do sofrimento, das privações  e das injustiças, tinha sempre alguma saída inteligente para os casos do dia a dia que o afetavam ou que lhe gerassem expectativa de algum aborrecimento. Assim, quando alguém lhe dava notícias de aproximação de duas pessoas que não desfrutavam de boa fama, ele repetia: “Tá certo. Um gambá cheira outro”

         O mundo é assim mesmo: os porcos se chafurdam na mesma lama; os ratos comem no mesmo paiol; os vermes se banqueteiam no mesmo cadáver. Por isso mesmo, nunca me foi dado ver gatos passeando com gambás, simplesmente porque são diferentes.

         Assim também são os homens: se atraem e se repelem na medida em que integram grupos semelhantes ou não.

        

 

        



Escrito por mariano às 20h59
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NOVA CARA DA CIDADE

SEM PÔR E NEM TIRAR

 

 

Marcope

Uruaçu, 13 de fevereiro de 2010

 

As ruas cheias de carros

Placas de tanto lugar

Gente fazendo compras

O comércio a faturar

A indústria do turismo

Que veio para ficar

Nova cara da cidade

Sem pôr e nem tirar

 

Os hotéis abarrotados

Integral ocupação

Toda casa de aluguel

Cedida em locação

O povo se divertindo

E as empresas a lucrar

Nova cara da cidade

Sem pôr e nem tirar

 

As casas de famílias

Recebem visitantes

Reencontros de amigos

Que hoje estão distantes

Alegria de reencontros

Prazer em hospedar

Nova cara da cidade

Sem pôr e nem tirar

 

Uruaçu ta dando certo

E ninguém pode negar

Mas a tal maledicência

Não há como evitar

É a vingança de quem perde

Inconformado a lamentar

Nova cara da cidade

Sem pôr e nem tirar

 

Oito anos de governo

E o turismo não decolou

A nova administração

Um novo tempo implantou

Mudou a face da cidade

E o jeito de governar

Nova cara da cidade

Sem pôr e nem tirar

 

Amplamente derrotados

Inda pensam em voltar

Querendo mais oito anos

Pra pecar e pra errar

Mas povo não quer a volta

Pois já sabe o que vai dar

Nova cara da cidade

Sem pôr e nem tirar

 

A continuar dando certo

O novo jeito de governar

Ao passado nunca mais

O povo vai retornar

Então desesperados

Apelam para o xingar

Nova cara da cidade

Sem pôr e nem tirar

 

Alguém escreveu um texto

Que é puro xingamento

Sem qualidade literária

“Falácia sem argumento”

Fala do prefeito e a família

Em sua vida particular

Nova cara da cidade

Sem pôr e nem tirar

 

Delitos contra a honra

É a especialidade

Desse texto apócrifo

Que desonra a cidade

Revelando sandices

- loucura por voltar –

Nova cara da cidade

Sem pôr e nem tirar

 

Quem fez aquela coisa

Por trás do anonimato

Meteu a mão na cumbuca

Viu lebre a matou gato

Por mera covardia

Não quis identificar

Nova cara da cidade

Sem pôr e nem tirar

 

Escrever é uma arte

E o artista não é mau

Escreve só a verdade

Mata a cobra e mostra o pau

Mostra a cara ao leitor

Não precisa se acovardar

Nova cara da cidade

Sem pôr e nem tirar

 

Um texto sem qualidade

Recheado de delito

Horrível de conteúdo

Formalmente esquisito

Ficaria bem no lixo

Nunca pra circular

Não agrada a Uruaçu

Nem ao povo do lugar

 

 



Escrito por mariano às 17h29
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